Avaliação de intervenção cognitivo-comportamental para sintomatologia depressiva e ansiosa em crianças e adolescentes
a quantitative study
DOI:
https://doi.org/10.31505/rbtcc.v27i1.2057Palavras-chave:
Abordagem Cognitivo-comportamental, criança, DepressãoResumo
Terapia de Regulação Infantil (TRI) trabalha o modelo cognitivo de ansiedade/depressão em crianças e adolescentes. A etapa T foca em emoções, a R em pensamentos e a I em comportamentos. Está adaptada para a realidade brasileira, desenvolve habilidades e tem participação dos responsáveis. Objetivo deste estudo é avaliar o efeito da TRI em crianças e adolescentes de 8 a 12 anos, quanto à medida de sintomas de ansiedade, depressão e à tríade cognitiva. Estudo quantitativo e retrospectivo com pré e pós-teste aos 18 participantes. Instrumentos utilizados: Screen for Child Anxiety Related Emotional Disorders, Inventário de Depressão Infantil e Inventário da Tríade Cognitiva para Crianças. Resultados: efeito positivo no self negativo (p = 0,021; d = 1,32), com diminuição de crenças negativas sobre si, após a etapa R (β = -2,10, p = 0,015) e I (β = -2,29, p = 0,021), quando ambas foram comparadas com o pré-teste. Houve efeito significativo também em negatividade após a etapa R (β = -3,45, p = 0,045). Não houve efeito sobre sintomas ansiosos e depressivos. A regulação da tríade cognitiva apresenta relação com desenvolvimento saudável na adultez. Estudos futuros podem investigar a regulação de emoções através do TRI.
Downloads
Referências
Acosta, J. R.; Salum Junior, G. A.; Isolan, L. R.; Tocchetto, A; G.; Kieling, C. C.; Sperb, E. M. G.; Pereira, M. H.; Silva Júnior, E. A.; Teche, S. P.; Dreher, C. B. & Manfro, G. G. (2009). Propriedades psicométricas da Screen for Child Anxiety Related Emotional Disorders versão infantil (SCARED-C) em uma amostra comunitária de escolares de Porto Alegre. In Anais da 29ª Semana Científica Do Hospital De Clínicas De Porto Alegre. Revista HCPA. http://hdl.handle.net/10183/23769
Antoniutti, C. B. P., Lima, C. M. D., Heinen, M., & Oliveira, M. D. S. (2019). Protocolos psicoterapêuticos para tratamento de ansiedade e depressão na infância. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 15(1), 10-18. 10.5935/1808-5687.20190004
Arab, A., Keshky, M. E., & Hadwin, J. A. (2016). Psychometric properties of the screen for child anxiety related emotional disorders (SCARED) in a non-clinical sample of children and adolescents in Saudi Arabia. Child Psychiatry & Human Development, 47, 554-562.
Bahman, S., & Maffini, H. (2008). Developing Children’s Emotional Intelligence. Continuum.
Barrett, P. M., Webster, H., & Turner, C. (2000). FRIENDS: Prevention of anxiety and depression in children: Group Leader’s Manual, Australian Academy Press.
Beck, A. T. (1976). Cognitive therapy and the emotional disorders. New York: International University Press.
Beck, J. (2021). Terapia Cognitivo Comportamental: Teoria e Prática (3nd ed). Artmed.
Beck, R., & Perkins, T. S. (2001). Cognitive content-specificity for anxiety and depression: A meta-analysis. Cognitive Therapy and Research, 25, 651-663.
Beesdo. K., Bittner, A., Pine, D. S., Stein, M. B. Hofler, M., Lieb, R., Wittchen, H. U. (2007) Social anxiety disorder: patterns of incidence and secondary depression risk. European Neuropsychopharmacol. 17(4), 511–512. 10.1016/S0924-977X(07)70788-5
Berghuis, K. J., Pössel, P., & Pittard, C. M. (2020) Perceived discrimination and depressive symptoms: Is the cognitive triad a moderator or mediator? Child Youth Care Forum 49(4), 647–660. https://doi.org/10.1007/s10566-019-09537-1
Birmaher, B., Khetarpal, S., Brent, D., Cully, M., Balach, L., Kaufman, J., & Neer, S. M. (1997). The screen for child anxiety related emotional disorders (SCARED): Scale construction and psychometric characteristics. Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry, 36(4), 545-553. https://doi.org/10.1097/00004583-199704000-00018
Braet, C., Wante, L., Van-Beveren, M., & Theuwis, L. (2015) Is the cognitive triad a clear marker of depressive symptoms in youngsters? European Child Adolesc Psychiatry, 24, 1261–1268.
Caminha, R. M., Caminha M. G. & Finger, I. R. (2016). A terapia de reciclagem infantil e seus fundamentos. In Federação Brasileira de Terapias Cognitivas. Neufeld, C. B., Rangé, B. & Falcone, E. (Orgs.) PROCOGNITIVA Programa de Atualização em Terapia Cognitiva-Comportamental: Ciclo 1. (pp 53-75). Porto Alegre: Artmed Panamericana.
Caminha, R. M.; Caminha, M. G. (2013). Modelo T.R.I. de intervenção na infância. In Neufeld, C. B; Sardinha, A. (Orgs.) Anais do IX Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas. Federação Brasileira de Terapias Cognitivas.
Caminha, R.M., Caminha, M.G., & Finger, I.R. (2017). A terapia da reciclagem infantil (TRI) no tratamento de sintomas ansiosos de depressivos. Em R. M. Caminha, M. G. Caminha, & C. A. Dutra. A Prática Cognitiva na Infância e na Adolescência, Novo Hamburgo: Sinopsys, (pp. 399- 413).
Cohen, J. (1988). Statistical Power Analysis for the Behavioral Sciences (2nd Edition). Hillsdale, NJ: Lawrence Earlbaum Associates.
Costa, S. T. (2023). Estudo epidemiológico multicêntrico de fissuras palatinas (Dissertação de Mestrado). Universidade Estadual de Campinas.
Costa , C., V., Ticló, S. S., Ferreira-Carvalho, R. , Delgado , R. M., Lobarinhas, M. J., Teixeira, G., Sousa, M. C., Cordovil, C., Henriques, S.,…. & Goldschmidt, T. (2021). Avaliação de Sintomas Psiquiátricos Durante o Confinamento no Contexto da Pandemia COVID‑19 numa População Clínica Pedopsiquiátrica. Revista Portuguesa De Psiquiatria E Saúde Mental, 7(1), 9–21.
Coutinho, M. D. P., Carolino, Z. C. G., & Medeiros, E. D. (2008). Inventário de Depressão Infantil (CDI): evidências de validade de constructo e consistência interna. Avaliação Psicologica: Interamerican Journal of Psychological Assessment, 7(3), 291-300.
Damásio, A. (2017). A estranha ordem das coisas. Temas e debates — Círculo dos leitores.
de Melo, M. B., Daldegan-Bueno, D., Menezes Oliveira, M. G., & de Souza, A. L. (2022). Beyond ANOVA and MANOVA for repeated measures: Advantages of generalized estimated equations and generalized linear mixed models and its use in neuroscience research. European Journal of Neuroscience, 56(12), 6089– 6098. https://doi.org/10.1111/ejn.15858
Fristad, M. A., Emery, B. L., & Beck, S. J. (1997). Use and abuse of the children's depression inventory. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 65(4), 699–702. https://doi.org/10.1037/0022-006X.65.4.699
Froeseler, M. V. G.; Souza, R. S. B.; Rodriguez, S. I. N., Teodoro, M. L. M. (2023). Processo de desenvolvimento e propriedades psicométricas da versão abreviada do Inventário de Pensamentos Automáticos Negativos e Positivos para Adolescentes (IPANPA-30). Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 19, pp. 43-52. 10.5935/1808-5687.20230033
Fu-I, L., & Boarati, M. A. (2023). Transtornos do Humor na Infância e Adolescência. Artmed Editora.
Gauy, F. V. (2011). Treino de terapeutas-estagiários no atendimento de crianças ansiosas [Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, Instituto de Psicologia]. Catálogo USP. 10.11606/T.47.2011.tde-17042012-104758
Gouveia, V. V., Barbosa, G. A., de Almeida, H. J. F., & de Andrade Gaião, A. (1995). Inventário de depressão infantil—CDI: estudo de adaptação com escolares de João Pessoa. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 44(7), 345–349.
Hale., W., Crocetti, E., Raaijmakers, Q.W., & Meeus, W., (2011). A meta-analysis of thecross-cultural psychometric properties of the screen for child anxiety related emotional disorders (SCARED). J. Child Psychol. Psychiatry. 51, 80–90. https://doi.org/10.1111/j.1469-7610.2010.02285.x
Heinen, M., da Fonseca, C. C. R., Guarisse, V., & da Silva Oliveira, M. (2019). Intervenção baseada em um protocolo de terapia cognitivo comportamental: um relato de experiência com crianças no ambiente escolar. Aletheia, 52(2). 10.29327/226091
Heinen, M., Souza, K. R. V., Deluca, V., Gusmão, M., & Oliveira, M. S. (2022). Protocolo preventivo da terapia de regulação infantil: estudo piloto no ambiente escolar. Psico, 52(4), 1-12. dx.doi.org/10.15448/1980-8623.2021.4.35289
Hernandez, M. E. H., Waller, G., & Hardy, G. (2020). Cultural adaptations of cognitive behavioural therapy for Latin American patients: unexpected findings from a systematic review. The Cognitive Behaviour Therapist, 13(57), 10.1017/S1754470X20000574
International Society for Quality in Health Care. (2021). Clarifying the concept of external evaluation (White Paper, E. J. van Vliet, J. Stewart & C. Engel, eds.). ISQua
Isolan, L., Salum, G. A., Osowski, A. T., Amaro, E., & Manfro, G. G. (2011). Psychometric properties of the Screen for Child Anxiety Related Emotional Disorders (SCARED) in Brazilian children and adolescents. Journal of Anxiety Disorders, 25(5), 741-748. https://doi.org/10.1016/j.janxdis.2011.03.015
Kaslow, N. J., Stark, K. D., Printz, B., Livingston, R., & Ling Tsai, S. (1992). Cognitive Triad Inventory for Children: Development and relation to depression and anxiety. Journal of Clinical Child Psychology, 21(4), 339-347. https://doi.org/10.1207/s15374424jccp2104_3
Kendall, P. C., Cantwell, D. P., & Kazdin, A. E. (1989). Depression in children and adolescents: Assessment issues and recommendations. Cognitive Therapy and Research. 13, 109–146
Kendall, P. C. (1992). Cognitive-Behavioral Therapy for anxious children: therapist manual. Workbook Publising.
Kovacs, M. (2015). Children's depression inventory (CDI and CDI 2). The encyclopedia of clinical psychology, 1-5. https://doi.org/10.1002/9781118625392.wbecp419
Kovacs, M., & Preiss, M. (1992). CDI. Children’s Depression Inventory. New York: Multi-Health Systems.
Lima, M. O. F. F., Costa, C. B., Pasinato, L., & Mosmann, C. P. (2024). Sintomas de ansiedade e depressão na infância.
Marchetti, I., Pössel, P., & Koster, E. H. (2021) The architecture of cognitive vulnerability to depressive symptoms in adolescence: a longitudinal network analysis study. Res Child Adolesc Psychopathol, 49, 267–281. https://doi.org/10.1007/s10802-020-00733-5
Neufeld, C. B., Godoi, K., Rebessi, I. P., Maehara, N. P. & Mendes, A. I. F. (2018). Programa de Orientação de Pais em Grupo: Um estudo exploratório na abordagem Cognitivo-Comportamental. Psicol. Pesqui. 12(3), 1-11. https://doi.org/10.24879/2018001200300500
Neufeld, C. B., Maehara, N. P., Cassiano, M., & Daolio, C. C. (2012). Programa de orientação de pais (PROPAIS I) baseado na abordagem cognitivo-comportamental: uma perspectiva de intervenção complementar à psicoterapia individual infantil. In Programa e Resumos. Ribeirão Preto: FFCLRP-USP. http://sites.ffclrp.usp.br/lapicc/anais/IIJoTCC.pdf
Ofir, Z., Schwandt, T., Acevedo, M., & Feinstein, O. (2022). Research Quality Plus (RQ+) Assessment Instrument (IDRC). International Development Research Centre.
Reynolds, W. M, Anderson, G., & Bartell, N. (1985). Measuring depression in children: A multimediod assessment investigation. Journal of Abnormal Child Psychology, 13, 513-526
Ribeiro, M. V., Macuglia, G. C. R., & Dutra, M. M. (2013). Terapia cognitivo-comportamental na depressão infantil: uma proposta de intervenção. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 9(2), 81-92. http://dx.doi.org/10.5935/1808-5687.20130012
Runyon, K., Chesnut, S. R., & Burley, H. (2018). Screening for childhood anxiety: A meta-analysis of the screen for child anxiety related emotional disorders. Journal of affective Disorders, 240, 220-229. https://doi.org/10.1016/j.jad.2018.07.049
Santos, K. A., Ong, E., & Resurreccion, R. (2020). Therapist vibe: children's expressions of their emotions through storytelling with a chatbot. In Proceedings of the Interaction Design and Children Conference (IDC '20). Association for Computing Machinery, 483–494. https://doi.org/10.1145/3392063.3394405
Silva, E. F., Teixeira, R. D. C. P., & Hallberg, S. C. M. (2018). Prevalência de depressão na adolescência: uma consulta a prontuários de uma clínica-escola em Porto Alegre. Revista brasileira de psicoterapia, 20(3), 17-29.
Soper, D.S. (2023). Effect Size (Cohen's d) Calculator for a Student t-Test [Software]. Available from https://www.danielsoper.com/statcalc
Teodoro, M. L. M., Ohno, P. M., & Froeseler, M. V. G. (2016). Estrutura fatorial e propriedades psicométricas do Inventário da Tríade Cognitiva. Psicologia: teoria e prática, 18(1), 87-99. dx.doi.org/10.15348/1980-6906/psicologia.v18n1p87-99
Teodoro, M. L., Froeseler, M. V., Almeida, V. M., & Ohno, P. M. (2015). Inventário da Tríade Cognitiva para Crianças e Adolescentes: adaptação e propriedades psicométricas. Avaliaçao Psicologica: Interamerican Journal of Psychological Assessment, 14(1), 63-72. 10.15689/ap.2015.1401.07
Tomaz, C. & Giugliano, L. G. (1997). A razão das emoções: um ensaio sobre "O erro de Descartes". Estudos de Psicologia, 2(2), 407–411.
Toro-Tobar, R. A., Grajales-Giraldo, F. L., & Sarmiento-Lopez, J. C. (2016). Riesgo suicida según la tríada cognitiva negativa, ideación, desesperanza y depresión. Aquichan. 16(4), 473-486. https://doi.org/10.5294/aqui.2016.16.4.6.
Weisz, J. R., Southam-Gerow, M. A., Gordis, E. B., & Connor-Smith, J. (2003) Primary and secondary control enhancement training for youth depression: Applying the deployment-focused model of treatment development and testing. In: Kazdin, A. E. & Weisz, J. R. (Ed) Evidence-based psychotherapies for children and adolescents. New York, NY: Guilford Press; p. 165-183
Wenzel, A., Brown, G. K., & Beck, A. T. (2009). Cognitive therapy for suicidal patients: Scientific and clinical applications. American Psychological Association. https://doi.org/10.1037/11862-000
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva (RBTCC) adota políticas de acesso aberto, adotando a licença Creative Commons CC BY, a qual “permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original”(conferir https://br.creativecommons.net/licencas/).
Política de Arquivamento, Compartilhamento e Reutilização de Texto Não Publicado (Preprint), Manuscrito Aceito e Versão Final Publicada
A contribuição dos autores para a RBTCC tem três versões, definidas abaixo e que podem ser arquivadas, compartilhadas e reutilizadas sob as seguintes condições:
1. Um texto não publicado ou preprint (ou ainda submissão original) é a versão do artigo do autor antes da revisão por pares. Antes da aceitação para publicação, o(s) autor(es) detém(êm) o direito de disponibilizar uma versão preprint do seu artigo: em seu próprio site pessoal; ou em um servidor de preprint em conformidade legal, tal como PsyArXiv e arXiv. Depois que o artigo for publicado, o(s) autor(es) deve(m) atualizar a nota do autor no preprint e fornecer um link para a versão definitiva na página da RBTCC, acrescentando o texto: “Esta é uma versão preprint de um artigo publicado na Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva. A versão final autenticada está disponível on-line em: https://doi.org/[inserir DOI]”. A RBTCC incentiva a publicação de preprints em servidores de preprint, páginas dos autores ou páginas institucionais e a comunicação aberta entre pesquisadores, seja em servidores de preprint da comunidade ou em plataformas de comentários de preprint. A publicação de preprints não é considerada publicação prévia e não comprometerá a consideração do manuscrito para publicação na RBTCC. Os autores devem explicitar detalhes da publicação em preprint – incluindo DOI e termos de licenciamento – durante a submissão do manuscrito ou em qualquer outro momento durante o processo de publicação na RBTCC.
2. Um manuscrito aceito é a versão aceita para publicação na RBTCC após a revisão por pares, mas antes da edição e diagramação, que pode ser disponibilizada sob as seguintes condições:
(i) em seu próprio site pessoal, imediatamente após a aceitação,
(ii) para divulgação pública, após 12 meses desde a primeira publicação ("Período de Embargo"), em qualquer um dos seguintes meios: a página interna do seu empregador; nos repositórios de sua instituição e/ou de financiadores. Os manuscritos aceitos também podem ser depositados em tais repositórios imediatamente após a aceitação, desde que não sejam disponibilizados ao público até depois do Período de Embargo.
O seguinte reconhecimento deve ser incluído, juntamente com um link para a versão publicada na página da RBTCC: “Esta é uma versão pós-revisão por pares, pré-diagramação de um artigo publicado na Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva. A versão final autenticada está disponível online em: http://dx.doi.org/[inserir DOI]”.
3. A versão final publicada (em PDF) é o PDF editado e diagramado pela RBTCC, a mesma versão publicada na página da revista. Ela pode ser arquivada em repositórios institucionais ou de financiadores e pode ser disponibilizado ao público imediatamente.
Quaisquer termos de reutilização para usuários de sites e repositórios (onde são publicados seus preprints ou manuscritos aceitos) são restritos a usos não comerciais e não derivativos.
Os autores não podem republicar ou traduzir qualquer versão de sua contribuição em outro periódico sem a permissão prévia do Editor Chefe da RBTCC.