Revisão do conceito de custo da resposta como esforço ou força física na literatura brasileira

Autores

Palavras-chave:

custo da resposta, custo de resposta, esforço físico, força física, custo físico

Resumo

O objetivo dessa revisão foi averiguar se estudos que conceituam custo da resposta como esforço basearam-se em autores que compartilhavam essa mesma conceituação para o emprego daquele termo. Para tanto, buscou-se pelos termos “custo da resposta” e “custo de reposta” no banco de teses e dissertações da CAPES e em sete periódicos com publicações frequentes de analistas do comportamento em todas as edições até o ano de 2017. Foram encontrados 104 estudos, dos quais 12 definiam custo da resposta como esforço. Os resultados evidenciaram que nove trabalhos fizeram uso de fontes bibliográficas que enfatizam a temática do esforço sem utilizar o termo custo da resposta. Um estudo embasou-se em uma definição que faz uso do termo, porém, em acepção diferente de esforço. Apenas em um trabalho havia uma referência bibliográfica que nomeava esforço como custo da resposta, sendo assim o único estudo com embasamento congruente do termo.

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Biografia do Autor

  • João Ilo Coelho Barbosa, Universidade Federal do Ceará

    Psicólogo graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1988) com mestrado em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (1992) e doutorado em Teoria e Pesquisa do Comportamento pela Universidade Federal do Pará (2006). Foi presidente da ABPMC - Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental (2013-2014) e atualmente é professor associado da Universidade Federal do Ceará e Analista do Comportamento, com ênfase em Intervenção Terapêutica, atuando principalmente nos seguintes temas: terapia analítico-comportamental e eventos privados.

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Publicado

11/09/2020

Edição

Seção

Revisões sistematizadas de literatura

Como Citar

Revisão do conceito de custo da resposta como esforço ou força física na literatura brasileira. (2020). Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, 22(1). https://www.rbtcc.com.br/RBTCC/article/view/1358