Una revisión histórica de los intentos de conversión sexual y de género en la Modificación de la Conducta desde la perspectiva del Conductismo Radical
DOI:
https://doi.org/10.31505/rbtcc.v28i1.2189Palabras clave:
historia del análisis de la conducta, terapia de conversión, población LGBT+, compromiso ético-político, comportamiento del científicoResumen
El Análisis de Conducta puede caracterizarse como un campo multifacético cuyo desarrollo depende de la interacción constante entre tres dominios: Análisis Experimental de la Conducta, Análisis Aplicado de la Conducta y Conductismo Radical. En primer lugar, describimos cómo, a lo largo de la historia del campo, los analistas de conducta realizaron intervenciones destinadas a modificar conductas sexuales y de género socialmente consideradas inapropiadas — específicamente, las no heterosexuales y no cisgénero — aliados a la cultura cisheteronormativa. En segundo lugar, pretendemos demostrar que, aunque estos trabajos perjudiciales para la población LGBT+ reflejen su contexto histórico, en muchos aspectos fueron una contradicción evidente cuando se los considera a la luz de los supuestos filosóficos del Conductismo Radical. Es más, dicha inconsistencia fue, en su momento, inmediatamente denunciada por los analistas de conducta comprometidos con la integración de los tres dominios mencionados.
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